Vidência:
Nos vejo lutando com espada e escudo em local escuro, com pouca visibilidade. Lutávamos sem parar, ganhávamos terreno. O tempo todo a líder nos dizia para avançarmos. Em determinado ponto formou-se um corredor de seres negativos e lutávamos com dificuldade. Surge a líder, num rompante, derruba sozinha uma fileira de seres bestiais, nos dando condições de derrubarmos a outra fileira.
Sempre avançando, chegamos a uma elevação. Subimos com certa dificuldade. Quando chegamos ao topo, havia uma cratera que lembrava um vulcão extinto. Descemos. Lá embaixo encontramos muitos répteis, tipo crocodilos gigantes. Eles nos atacavam. A chefe fazia um determinado movimento giratório com o braço esquerdo provocando a formação de uma bolha de intenso magnetismo. Os crocodilos quando perceberam o que acontecia, talvez com medo de ficarem presos na bolha, entram pela cratera do vulcão e desaparecem. Naquele momento formamos um círculo em volta da cratera, de costas para ela. Atrás de nós, julgando que estávamos desatentas surgem novamente os crocodilos a nos atacarem pelas costas. Mas, pelo que entendi, foi uma estratégia bem montada que fizemos, pois quando eles nos atacaram, nós demos cambalhotas de costas e entramos na bolha que começou a subir levando os crocodilos presos pelos rabos. Eles se debatiam com ferocidade e naquela hora pareciam apenas um ser, fundindo todos os corpos.
O local era uma profunda garganta, pois subimos durante muito tempo, para alcançarmos o topo. Durante todo tempo sentíamos a presença do Comandante Ashtar que, do alto, irradiava sua Energia atraindo-nos para a superfície.
Lá em cima, o ser monstruoso foi recolhido por Seres extras para uma Nave Prisão e a bolha foi desfeita. E assim encerramos a limpeza naquela noite.
GESH - 11/04/2002 - Vitória, ES - Brasil