mensagens dos Amigos Intraterrestres
1ª mensagem psicografada
Queridos amigos, o vosso trabalho é válido, mas há ainda um longo caminho a ser trilhado. Não vos desanimeis. Um dia chegareis à verdade e me encontrareis.
Rarafath
Morador de um dos mundos subterrâneos
2ª mensagem
O túnel por onde você passou não era uma cobra* e sim o "túnel do tempo", aquele que o levou às profundezas da Terra que é também habitada por Seres de quem você viu o perfil. O corpo não lhe foi dado ainda ver. Breve verá. Não se impressione pois voltará lá outras vezes.
Rarafath
*Palavras do médium:
Quando comecei minhas viagens no Astral, julguei que estivesse entrando pela boca de uma gigantesca cobra, o que posteriormente me foi explicado que era um túnel que dava entrada para um dos mundos subterrâneos existentes na Terra.
3ª mensagem
Paz para todos.
O mundo que você visita não é no Universo** e sim um mundo intraterrestre; mais vezes lhe levarei lá para mostrar-lhe como ele é e como funciona.
Não se assuste.
Rarafath
**Esclarecimentos do médium:
Em outra de minhas viagens pensei estar observando o Universo. Mais tarde obtive a explicação de que se tratava de uma "cidade intraterrestre", assunto que, até aquele momento, nunca ouvira falar.
Habitantes
Os steltanos são um povo remanescente de um continente que submergiu, mas, não é a Atlântida.
Os sobreviventes encontraram, sob a superfície oceânica, uma entrada para o interior do Planeta que veio a ser o seu mundo intraterrestre.
Este túnel submarino, quando chega ao seu final, as águas que por ele correm formam uma praia belíssima.
Os habitantes desse mundo intraterrestre são muito altos e magros, seus membros finos e compridos, suas cabeças são grandes e largas não possuindo cabelos nem pavilhão das orelhas terminando por faces afiladas, com olhos oblíquos e boca proeminente. Eles são muito parecidos, lembram cópias xerox.
Visitei uma família constituída por um casal e uma criança. Sua rotina durante o dia era mais ou menos a seguinte: pela manhã fazem o desejum e em seguida o homem sai para o trabalho. À mulher cabe levar a criança à escola ou creche e só então dirige-se para seu trabalho fora do lar. No final do dia faz o mesmo trajeto de volta à casa. Aí então dá início a algumas tarefas caseiras que por sinal são pouquíssimas.*
À noite o homem senta-se confortavelmente, coloca sua leitura em dia; a mulher faz a arrumação da mesa para uma refeição. A criança estuda em frente a um computador.
Todos silenciosos e compenetrados em suas respectivas tarefas. Terminadas as mesmas reúnem-se para conversar um pouco e em seguida recolhem-se para o descanso.
Segundo informaram-me, a mulher para engravidar não necessita da participação do companheiro, pois ela possue os dois aparelhos reprodutores, tanto o masculino como o feminino.
Para dar à luz, a mãe procura um hospital. O processo do nascimento é indolor. Esclareceram-me que quando o bebê está na hora de nascer, desmaterializa-se dentro da mãe e passa para o mundo exterior materializando-se novamente. A partir desse momento não depende tanto de sua mães como as nossas crianças. É como se fosse um animalzinho, uma vez nascido, não demorará muito e estará andando sem precisar passar por aqueles estágios de arrastar, engatinhar e andar. Sua alimentação é simples, como também a dos adultos, não sendo necessário ser feita separadamente como a dos terráqueos.
Quando as pessoas sentem aproximação da morte natural procuram um lugar tranqüilo e ali se volatizam, se desintegram, não sobrando nada. Elas simplesmente se esfumam, desaparecendo no ar.
*Nota do médium:
Nas minhas andanças pela Cidade, observei que os nossos irmãos não usam roupas, dispensando portanto a tarefa de lavá-las. A alimentação é preparada em fábricas e sendo doada a toda a comunidade. Pareceu-me que eles vivem dentro de um socialismo altamente evoluído. Não há portanto detritos, lixo.
Educação
Em suas salas de aulas constatei que os alunos não dependem de professores para lhes ministrarem as matérias. Cada um deles senta-se em frente a um minicomputador e as matérias vão sendo administradas e aprofundadas na medida da capacidade e aptidão de cada um.
O ensino não é esquematizado e estanque, não possue um currículo obrigatório para todos a um mesmo tempo, como acontece em nossas escolas.
Visitei um enorme laboratório onde várias pessoas pesquisavam. Este laboratório tinha o formato de uma ferradura e as pessoas ficavam sentadas observando por intermédio de seus pequenos aparelhos, que tinham comunicação direta com uma grande tela situada no final da sala, na qual era projetada a figura de um corpo humano, sobressaindo todo o seu sistema vascular. Parecia ser uma aula de anatomia.
Cada aluno por meio de seu aparelho fazia sobressair, naquele sistema, a parte que mais lhe interessava e isto era feito com muita ordem.
Nessa tela vi projetada, posteriormente, a detonação de uma bomba atômica com seu enorme cogumelo e sua agressão à natureza, como a terra queimada e deserta sem sinais de vida. Foi uma visão bastante triste e deprimente.